Uma suspeita de traição virou caso de polícia durante a madrugada desta quarta-feira (11), em Tocantinópolis, no norte do Tocantins. Uma mulher de 44 anos foi agredida após decidir seguir o próprio marido para tirar a dúvida se estava sendo traída. Durante o trajeto, ela acabou flagrando o homem entrando na casa de outra pessoa, apontada como sua suposta amante.
Segundo informações apuradas pela nossa reportagem, a vítima já vinha desconfiando do comportamento do companheiro, um homem de 27 anos. De acordo com o relato, ele teria passado a sair de casa com mais frequência durante a noite, comportamento que despertou suspeitas dentro do relacionamento. Cansada das dúvidas e querendo confirmar se realmente estava sendo enganada, a mulher decidiu segui-lo quando ele saiu novamente de casa durante a noite.
Acompanhando o deslocamento do marido pelas ruas da cidade, ela percebeu quando o homem chegou a uma residência e entrou no imóvel. A casa seria de uma mulher apontada por ela como possível amante. Diante da situação, a esposa se aproximou do local e tentou confrontar o companheiro para saber o que estava acontecendo.
O encontro acabou gerando uma discussão intensa. Durante o desentendimento, o homem teria partido para agressão física. Conforme o relato, ele derrubou a mulher no chão e apertou o pescoço dela com as mãos. A vítima sofreu lesões no pescoço, na mão e também na região da testa durante o ataque.
Mesmo machucada, a mulher conseguiu se soltar e deixar o local. Em seguida, procurou ajuda e foi até o quartel da Polícia Militar para relatar o ocorrido e pedir providências.
Após tomar conhecimento do caso, policiais iniciaram buscas e localizaram o suspeito pouco tempo depois. Durante a abordagem, ele confirmou que houve a discussão e admitiu ter agredido a companheira. Diante das circunstâncias e das marcas apresentadas pela vítima, o homem recebeu voz de prisão em flagrante.
O suspeito foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Tocantinópolis, onde foram adotados os procedimentos legais. A ocorrência foi registrada como lesão corporal no contexto de violência doméstica e familiar, conforme previsto na Lei Maria da Penha.
