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Cinco criminosos morrem em confrontos com a polícia após chacina de gestante e criança no Maranhão

Cinco suspeitos de participação no ataque que terminou com a morte da gestante Samira Costa Correia, de três meses de gravidez, e do filho dela, Yan Kaleb Costa Santos, de 4 anos, morreram em confrontos com forças de segurança entre os dias 12 e 14 de julho, durante a operação realizada na Baixada Maranhense. As buscas continuam para localizar os demais envolvidos no crime.

De acordo com as investigações, cerca de 15 homens armados invadiram a residência da família na zona rural de São João Batista, na noite de 10 de julho. Após efetuarem diversos disparos, os criminosos incendiaram a casa. Samira e o filho foram encontrados carbonizados. A perícia recolheu aproximadamente 100 estojos de munição de diferentes calibres no local. A Polícia Civil ainda apura se as vítimas morreram pelos disparos ou em decorrência do incêndio.

O primeiro confronto ocorreu no domingo (12), no povoado Arrebenta, quando morreram Joelson Braga Araújo, de 40 anos, conhecido como "Macaco", que possuía antecedentes por homicídio, tráfico de drogas e ocultação de cadáver, e David João Gaspar Penha, de 25 anos, conhecido como "João Mucurão", que respondia por homicídio.

Na noite de segunda-feira (13), outro suspeito, João Henrique Lindoso Silva, de 20 anos, conhecido como "JH", morreu durante confronto com as equipes policiais. Segundo as autoridades, ele possuía duas passagens pelo sistema prisional, uma delas por tráfico de drogas.

Já na tarde desta terça-feira (14), mais dois suspeitos morreram em ações distintas. Roberdan Fonseca Gomes, de 33 anos, morreu em confronto com policiais militares em São João Batista. Conforme a polícia, ele possuía diversas passagens por tráfico de drogas e tinha um mandado de prisão em aberto. O segundo suspeito, Daniel Braga Araújo, morreu após troca de tiros com equipes policiais na Vila Funil, em São Luís.

Segundo a Polícia Civil, as investigações apontam que parte do grupo responsável pelo ataque teria ligação com a facção criminosa Comando Vermelho (CV). A motivação do crime ainda é investigada, e as autoridades continuam as buscas para localizar os demais suspeitos envolvidos na ação criminosa.

A operação reúne equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e demais forças de segurança do Maranhão. As investigações seguem para esclarecer completamente a dinâmica da chacina e responsabilizar todos os envolvidos.

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